Localizado há 72 km da capital Paulista, o Hopi Hari completa 20 anos de existência no próximo ano e nessas duas décadas, o parque coleciona alguns problemas e dificuldades. Acidentes, dívidas milionárias e problemas de estrutura, fizeram com que despencasse o número de visitantes do parque. Em 2017, o Hopi Hari foi vendido para o empresário imobiliário José Luiz Abdalla, e acabou fechado por alguns meses para uma grande reforma e reestruturação. Em agosto de 2017 o parque reabriu com quase 90% das atrações em funcionamento, com limite de visitantes.

Passado mais de 1 ano, o Hopi Hari opera com quase 100% das atrações e com um limite maior de visitantes diários. Desde sua reinauguração, o parque vem promovendo diversos eventos para atrair o público. O destaque deste ano vai para a Hora do Horror, que teve “Sacrificium” como tema e atraiu cerca de 230 mil visitantes. Durante os meses de evento, o parque levou ao seu público apresentações de grandes artistas, como Kevinho, Natiruts e Wesley Safadão. Estão programadas ainda apresentações de Matheus e Kauan no dia 25 de novembro, o Hopi Pride no dia 10 de novembro, com shows de Wanessa Camargo, Francinne, Gloria Groove e Pabllo VIttar.

Atrações:

No dia em que visitamos o parque, era um sábado, dia da apresentação do Wesley Safadão e dos DJs Lothief e Gabriel Boni. O parque estava cheio, mas nem por isso estava com filas enormes e muito demoradas. A fila mais demorada que enfrentamos foi a da Vurang, uma espécie de montanha russa no escuro, onde esperamos 1h3o na fila. A fila da Montezum, a montanha russa de madeira, uma das atrações mais disputadas, teve uma das filas mais rápidas, fomos para a fila do brinquedo quando já era a noite e esperamos menos de 1 hora. Como já mencionado, quase 100% das atrações estavam funcionando, sendo que algumas delas funcionaram até 2h da manhã, quando o último DJ encerrou a apresentação. A Hora do Horror contou com uma “casa” cheia de monstros que deram bons sustos nos mais corajosos que enfrentaram o percurso.

 

Alimentação:

Existem diversos restaurantes espalhados pelo parque, com opções de lanches, massas, pratos a la carte, alimentação vegana, milk shakes, sorvetes, etc. Os preços até que são justos. Pagamos 25 reais em um hambúrguer com batata e refrigerante.

 

Atendimento/Estrutura:

Os colaboradores, chamados na língua do parque por “Habitaris” são bem simpáticos e atenciosos. É visível a disposição que os funcionários têm de proporcionar alegria e diversão para os visitantes. O parque conta com diversos banheiros, bebedouros e fraldários espalhados pelo parque a disposição dos visitantes. Há lojas próximas de praticamente todas as atrações, com opções de presentes e lembranças: camisetas, canecas, bonés, pelúcias de personagens, etc.

 

Conclusão:

O Hopi Hari volta a ser uma excelente opção de lazer para quem quer se divertir em família ou entre amigos. Em um dia é possível brincar em várias das atrações, que atendem os visitantes adultos e infantil. Apesar de não liberarem a entrada com alimentos, as opções de comidas oferecidas agradam não só pela qualidade, mas também pelo valor. A possibilidade da compra do passaporte e utilização sem agendamento é um ponto positivo, já que mudanças climáticas podem atrapalhar a experiência dos visitantes, mesmo existindo atrações “cobertas”.

 

Serviço:

Hopi Hari

Rodovia dos Bandeirantes, km 72 –  Vinhedo/SP

Tel. 19 99787-2617 |

Ingresso individual R$ 150 (na porta) |

Crianças de até um metro de altura e maiores de 65 anos não pagam

Estacionamento: R$ 40

 

Foto: Reprodução/Internet